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Categorias de Café

Relembrando um conteúdo especial, vamos falar sobre a diferença entre as categorias de café. Sabemos da relevância da indústria cafeeira para o Brasil, líder mundial em produção e exportação do produto. Porém, alta quantidade nem sempre é sinal de qualidade. Por esta razão existem associações com o propósito de avaliar, certificar e classificar os cafés brasileiros.

Controle e classificação

A ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café) e a BSCA (Associação Brasileira dos Cafés Especiais) exercem importantes papéis na classificação dos cafés nacionais. Porém com metodologias diferentes. A primeira faz a classificação através do Programa de Qualidade do Café, criado em meados dos anos 2000. O mesmo divide os cafés em três categorias, em uma margem de 0 a 10, obtida a partir da avaliação da qualidade da bebida. Torra, moagem, sabor, corpo, aroma e tipo de café usado:

– Cafés tradicionais: 4,5 a 5,9 – É a categoria mais consumida pelos brasileiros. Isso permite o maior número de defeitos e impurezas comparada as outras categorias além da possibilidade de um blend de 30% com a espécie coffea canephora (com as variedades robusta ou conilon). O canephora e a alta quantidade de defeitos no grão desta categoria conferem a bebida um sabor bastante amargo, por isso no Brasil é tão comum adoçar o café.– Cafés superiores: 6 a 7,2 – intermediaria entre as categorias, permite a metade de defeitos e robusta em relação ao tradicional.– Cafés gourmets: 7,3 a 10 – trata-se de um café 100% arábica, sendo o café com maior valor entre as três categorias.

Ok, mas e quanto aos cafés especiais?

A BSCA é a responsável por classificar os cafés brasileiros, considerados como especiais. A avaliação é feita pelo Q-grader, profissional em degustação e classificação de cafés certificado internacionalmente. Este profissional de café chega a provar mais de 100 xícaras em um mesmo dia!!!


A nota dada ao café especial se enquadra em uma margem de 0 a 100, sendo o mínimo para ser considerado nesta categoria, 80 pontos. Essa metodologia é um padrão internacional, usada também por associações como SCAE (Associação Europeia de Cafés Especiais) e SCAA (Associação Americana de Cafés Especiais).
Essa categoria de café pode se comparar aos vinhos, devido a sua complexidade de aromas e sabores.

E o Café Octavio?

Aqui temos o café 100% arábica, sem defeitos e avaliado a partir de notas de aroma, corpo, acidez, doçura, amargor e qualidade da bebida. Assim como na vinicultura, os cafés são altamente influenciados pelo terroir característico da região, ou seja, condições de solo e clima influenciam no perfil de sabor da bebida. Há algum tempo havia a ideia de que o café de qualidade brasileiro era totalmente exportado, mas esse pensamento perdeu força, principalmente com o surgimento de cafeterias especializadas no preparo correto da bebida.

O Octavio Café possui uma diversidade de cafés especiais: diversos grãos, diferentes perfis torras, moídos e em cápsulas. Nós também buscamos ir além dos cafés que produzimos em nossas fazendas para trazer os perfis sensoriais de outras regiões para os consumidores.

Acesse o e-commerce receba em sua casa esses sabores variados e deliciosos. Afinal, qualidade é a nossa especialidade.

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