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Café E Montanhas: Uma Paixão Sem Igual!

Desta vez vamos falar de experiências, sentimentos e sensações. Um apaixonado por montanhas sente esse amor em sua veia, tal qual um coffee lover sente a cafeína. E por que não os dois?

No último feriado tivemos o prazer de realizar aquela que é considerada a travessia mais bonita do brasil, a travessia Petrópolis x Teresópolis que fica dentro do Parque Nacional da Serra dos Orgãos na região Serrana do Rio de Janeiro. Esta é uma travessia marcada por paisagens deslumbrantes e formações rochosas, a exemplo do Dedo de Deus, que formam um dos cartões postais do Rio de Janeiro.

E como toda boa viagem, não poderia faltar um bom café. Para esta viagem, foi escolhido uma de nossas produções especiais, o NOIR. Foram necessárias 18 torras diferentes para atingir o perfil que queríamos. Este café, apesar de ter uma torra mais escura, não perde seus sabores naturais: nota de caramelo escuro e uma acidez bem equilibrada. É sem dúvida, um café que nos surpreende com sua entrada intensa e finalização doce e prazerosa.

Noir em francês, significa negro. Nome dado, por conta do processo de torra mais escura.

Foram 3 dias, longas caminhadas que variam entre 9 e 11 kilometros por dia. Foram 2 super cafés da manhã na montanha e para tal, foram levados 2 métodos de preparos diferentes – um para cada café.

Para o primeiro café da manhã, utilizamos a Pressca. Este é um método muito interessante, pois é uma cafeteira portátil que divide qualidades da French Press e da Aeropress. Muito prática e fácil de operar, a Pressca tem o mesmo tamanho de um squeeze, o que permite transportá-la sem grandes dificuldades. Sua operação também é simples, basta puxar o embolo principal, preencher com café desejado e adicionar água quente. Você aguarda de 2 a 4 minutos, de acordo com a moagem escolhida e pressiona o embolo dentro do recipiente – como se fosse um Aeropress. No fundo do embolo, tem uma tela de aço inox responsável por coar o café.

Como sugestão utilize a moagem de uma Hario V60, pois o café torrado e moído, por ser muito fino, pode entupir a tela dificultando a “coagem” do café. Caso não tenha esse tipo de moagem, você pode adquirir em grão e solicitar que um barista moa especialmente para você.

O outro método escolhido e utilizado no segundo dia, foi a tradicional Hario V60, esse método bem conhecido e consumido em nossas cafeterias, realça e traz à tona toda a qualidade e elegância do nosso café NOIR.

Lembrando que todos os cafés, foram preparados com águas coletadas diretamente em nascentes ou riachos que estavam no caminho. A água utilizada, pode gerar grandes alterações de sabor no café, considerando que a água representa 99% da bebida.

Por fim, não há nada mais satisfatório do que uma viagem repleta de lindas paisagens e regada a um bom café. Deixo essa recomendação a todos.

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